RETOQUES COM TINTAS DE RESINAS PLÁSTICAS
"As resinas de origem natural ou sintéticas, têm sido usadas como vernizes e veículos de tintas industriais e sintéticas. Devemos aceitar, com certa reserva, o emprego ainda recente dessas tintas, cuja estabilidade não está, em definitivo, ainda comprovada. As resinas plásticas como veículo de pigmentos, são usadas em emulsão e assim sua capacidade adesiva ao fundo é realmente pobre. A pega de todas as tintas (óleo, têmpera, aquarela, pastel, exceto o ‘afresco’) é de ordem mecânica e é, pois, dependente da superfície que as recebe. No entanto, as tintas sintéticas, devido à falta de estabilidade dimensional de algumas resinas que as compõem, exigem uma superfície mais áspera para sua razoável adesão. Este fenômeno, que é próprio da elasticidade incontrolável de certos polímeros, é condição restritiva à permanência da película colorida sobre o suporte."
Restauração de Pinturas
Edson Motta e Maria L.G. Salgado
"As resinas de origem natural ou sintéticas, têm sido usadas como vernizes e veículos de tintas industriais e sintéticas. Devemos aceitar, com certa reserva, o emprego ainda recente dessas tintas, cuja estabilidade não está, em definitivo, ainda comprovada. As resinas plásticas como veículo de pigmentos, são usadas em emulsão e assim sua capacidade adesiva ao fundo é realmente pobre. A pega de todas as tintas (óleo, têmpera, aquarela, pastel, exceto o ‘afresco’) é de ordem mecânica e é, pois, dependente da superfície que as recebe. No entanto, as tintas sintéticas, devido à falta de estabilidade dimensional de algumas resinas que as compõem, exigem uma superfície mais áspera para sua razoável adesão. Este fenômeno, que é próprio da elasticidade incontrolável de certos polímeros, é condição restritiva à permanência da película colorida sobre o suporte."
Restauração de Pinturas
Edson Motta e Maria L.G. Salgado

